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Dólar cai a R$ 5,27, menor valor desde junho de 2024, e Ibovespa renova recorde

IPCA de outubro avançou 0,09%, menor resultado para o mês desde 1998

Por Leticia Yamakami Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 nov 2025, 18h29 • Atualizado em 11 nov 2025, 18h36
  • O Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o pregão em forte valorização de 1,60% nesta terça-feira, 11, atingindo um novo recorde de 157,7 mil pontos. Hoje, a bolsa de valores estende sua sequência histórica de 15 altas consecutivas, impulsionada pela expectativa de que o Banco Central possa iniciar o ciclo de cortes de juros, que se encontra em 15% ao ano, em janeiro. O dólar, por sua vez, recuou e ficou cotado a 5,27 reais, menos valor em 17 meses.

    Ata do Copom e inflação de apenas 0,09%

    No Brasil, o mercado reage à ata do Copom, publicada nesta manhã. “Na medida em que o cenário tem se delineado conforme esperado, o Comitê dá prosseguimento ao estágio em que opta por manter a taxa inalterada por período bastante prolongado, mas já com maior convicção de que a taxa corrente é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta”, afirmou no documento.

    Alinhado a isso, o IBGE divulgou a inflação de outubro. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que mede a inflação oficial do país, registrou forte desaceleração no mês ao avançar apenas 0,09%, após a alta de 0,48% observada em setembro. Trata-se do menor resultado para o mês desde 1998.

    No mercado de ações, os principais bancos do país acompanharam o avanço do principal índice da B3. Os papéis do Itaú (ITUB4) valorizaram 1,93%, enquanto os papéis do Bradesco (BBDC3; BBDC4) apresentaram alta de 1,91% (BBDC3) e de 2,15% (BBDC4). O Santander (SANB11) avançou 2,33% e o Banco do Brasil (BBAS3) teve valorização de 3,03%.

    Cenário internacional

    No exterior, o que movimenta os negócios é a expectativa para o fim do shutdown nos Estados Unidos. Na véspera, os senadores americanos aprovaram a proposta que reabre o Orçamento do país após uma paralisação que se estende por históricos 41 dias. Agora, a proposta vai para a Câmara, que deve votá-la amanhã.  

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    Em relação ao dólar, a baixa ante ao real acompanha o movimento global de enfraquecimento da moeda americana diante de um ambiente mais favorável ao risco. “O avanço nas negociações para encerrar o shutdown nos Estados Unidos e a perspectiva de retomada dos dados econômicos reforçam o otimismo dos mercados”, afirma Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.

    Os fatos que mexem no bolso são o destaque da análise do VEJA Mercado:

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