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Tarifaço dos EUA ameaça exportações brasileiras e pressiona setor produtivo

Queda nas exportações afeta estados como Santa Catarina, São Paulo e Minas Gerais

Por Carolina Ferraz Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 21 out 2025, 15h37 • Atualizado em 21 out 2025, 15h45
  • O Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre) divulgou um levantamento inédito a GloboNews sobre os impactos do tarifaço nos estados. Minas Gerais, Santa Catarina e São Paulo foram os mais impactados nas exportações aos Estados Unidos, e como consequência, os que mais perderam dólar após o tarifaço imposto por Donald Trump a produtos brasileiros. 

    Minas Gerais liderou as perdas com queda de 236 milhões de dólares, cerca de 1,2 bilhões de reais em exportações para o Brasil em um ano. Santa Catarina segue em segundo lugar com baixa de 95,9 milhões de dólares, 515 milhões de reais. O estado de São Paulo teve um prejuízo de 94 milhões de dólares, cerca de 505 milhões de reais.

    O estudo da FGV Ibre analisou as exportações brasileiras para os Estados Unidos em setembro de 2025 e setembro de 2024, com base nos dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Quando observadas as quedas percentuais nas exportações para os EUA, o Mato Grosso lidera a lista com 81%. Além do Mato Grosso, a lista inclui quatro estados nordestinos entre os maiores resultados. Tocantins fica em segundo lugar com 74,3%, Alagoas em terceiro com 71,3%, Piauí com 68,6%, Rio Grande do Norte com 65% e Pernambuco com 64,8%.

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    De acordo com a pesquisa, as quedas nas exportações podem estar associadas a uma pauta concentrada, com poucos produtos e poucas empresas, e à maior participação de itens que não têm isenção da tarifa. No caso de Mato Grosso, os principais produtos exportados incluem carne bovina, outros itens de origem animal e madeira. Nos estados do Nordeste, entre os produtos sujeitos à tarifa estão frutas, peixes e mel.

    O levantamento também indica que os produtos isentos da sobretaxa ajudaram a amenizar os efeitos negativos. Em São Paulo, por exemplo, itens como aviões, suco de laranja e óleos leves tiveram crescimento superior a 14% em um ano.

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