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Brasil pode sofrer menos com Trump do que outros países, diz Galípolo

Para presidente do Banco Central, que participou de evento com empresários, ainda é difícil mensurar impactos das tarifas anunciadas pelos EUA

Por Juliana Elias Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 14 fev 2025, 12h05 • Atualizado em 14 fev 2025, 15h12
  • O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou em evento nesta sexta-feira 14 que é difícil ainda mensurar os efeitos das tarifas e outras políticas que estão sendo anunciadas pelo novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e que uma guerra comercial é sempre nociva, mas que o Brasil pode sofrer menos que outros países com isso.

    “A menor conexão ou menor relação comercial que o Brasil tem com os Estados Unidos comparativamente a outros países, como o México, pode prejudicar mais o México”, disse Galípolo em evento com empresários promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).

    “Note, entretanto, que há uma sutileza nessa afirmação. Não estou dizendo que as tarifas serão melhores para o Brasil. Não há dúvida de que qualquer condição do comércio global é melhor sem guerra tarifária, mas é uma questão relativa. Elas serão menos prejudiciais ao Brasil que ao México, por exemplo. E isso parece ter fundamentado posições em que se prefere fazer a aposta invertida do que aconteceu em 2024: comprar reais e ficar vendido no México.”

    Galípolo explicou que, com a reconfiguração das cadeias globais depois dos choques da pandemia e da guerra da Ucrânia, e com a economia que se manteve forte nos Estados Unidos, países mais próximos e com maiores fluxos com a maior economia do mundo, como o México, acabaram se beneficiando. “É ainda tudo muito recente, mas, curiosamente, a partir da vitória de Trump, essa tendência possa se inverter”, concluiu.

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