Avatar do usuário logado
Usuário
OLÁ, Usuário
Ícone de fechar alerta de notificações
Avatar do usuário logado
Usuário

Usuário

email@usuario.com.br
Resoluções Ano Novo: VEJA por apenas 5,99
Imagem Blog

Radar

Por Robson Bonin Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
Notas exclusivas sobre política, negócios e entretenimento. Com Marcelo Ribeiro, Nicholas Shores e Pedro Pupulim. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Base do petrolão

Manter a fidelidade do PP no Congresso cedendo-lhe apenas um lugar na Esplanada dos Ministérios parecia uma pechincha aos governos do PT, acostumados a negociar cargos e mais cargos com o famélico PMDB. A delação premiada de Alberto Youssef, no entanto, mostra que o PP cobrava mais que um quinhão ministerial para votar com o […]

Por Redação 16 mar 2015, 10h23 • Atualizado em 5 jun 2024, 09h38
  • nelson meurer

    Meurer: o mais fiel entre os que recebiam mesada

    Manter a fidelidade do PP no Congresso cedendo-lhe apenas um lugar na Esplanada dos Ministérios parecia uma pechincha aos governos do PT, acostumados a negociar cargos e mais cargos com o famélico PMDB.

    Continua após a publicidade

    A delação premiada de Alberto Youssef, no entanto, mostra que o PP cobrava mais que um quinhão ministerial para votar com o governo. De acordo com o doleiro, a cúpula pepista no Congresso recebia mesadas do petrolão que iam de 250 000 reais a 300 000 reais.

    Entre os citados por Youssef como beneficiários do dinheiro desviado da Petrobras, quatro exemplares apoiadores do governo nas votações da Câmara: Mário Negromonte (PP-BA), João Pizzolatti (PP-SC), Pedro Corrêa (PP-PE) e Nelson Meurer (PP-PR).

    Considerando um levantamento de votos na Câmara entre 2004 e 2012 feito pela Arko Advice, é só fazer as contas para concluir que, quando compareceram às votações, os quatro deputados apoiaram o governo em 93% delas.

    Continua após a publicidade

    – De 448 votações no período, Negromonte seguiu os interesses do governo em 191 e os contrariou 16 vezes. Ele votou pela obstrução em uma ocasião e faltou em outras 240;

    – Entre 492 votações, Pizzolatti apoiou o governo 211 vezes, foi contra em 19 e nunca votou em obstrução. O catarinense não compareceu a 262 votações;

    – Ex-presidente do PP, Pedro Corrêa passou por 14 votações e nunca votou contra o governo: seguiu as orientações dez vezes faltou em quatro ocasiões;

    Continua após a publicidade

    – Nelson Meurer, o mais fiel, teve 531 votações na Câmara. Ficou ao lado do Planalto em 441 delas e foi contra seus interesses em 24. O paranaense votou em obstrução uma vez e teve 65 faltas.

    Sem mesada e a perigo de perder o Ministério da Integração Nacional para o PMDB (Leia mais aqui), a dúvida é para onde vai o já rachado PP. Isso, é claro, se o partido não for de fato nocauteado pela Lava-Jato. Já tem pepista sentenciando que “não há dúvida que o PP acabou”.

    Publicidade
    Continua após publicidade

    Matéria exclusiva para assinantes. Faça seu login

    Este usuário não possui direito de acesso neste conteúdo. Para mudar de conta, faça seu login

    OFERTA RELÂMPAGO

    Digital Completo

    A notícia em tempo real na palma da sua mão!
    Chega de esperar! Informação quente, direto da fonte, onde você estiver.
    De: R$ 16,90/mês Apenas R$ 1,99/mês
    RESOLUÇÕES ANO NOVO

    Revista em Casa + Digital Completo

    Receba 4 revistas de Veja no mês, além de todos os benefícios do plano Digital Completo (cada revista sai por menos de R$ 7,50)
    De: R$ 55,90/mês
    A partir de R$ 29,90/mês

    *Acesso ilimitado ao site e edições digitais de todos os títulos Abril, ao acervo completo de Veja e Quatro Rodas e todas as edições dos últimos 7 anos de Claudia, Superinteressante, VC S/A, Você RH e Veja Saúde, incluindo edições especiais e históricas no app.
    *Pagamento único anual de R$23,88, equivalente a R$1,99/mês.