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Restos a pagar do governo disparam e assustam empresários

Com medo de não receber, empresário relatou ao Radar Econômico que não pretende mais fornecer ao governo

Por Machado da Costa Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 26 jan 2021, 09h21 • Atualizado em 4 jun 2024, 14h11
  • Empresários estão assustados e alguns chegam a se recusar a fornecer para o governo. Um deles relatou ao Radar Econômico que desistiu de um contrato com a Fiocruz, instituição de ponta e com desempenho fundamental no desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19, porque teme não receber.

    Nesta segunda-feira, 25, o Tesouro publicou o relatório sobre os restos a pagar do governo. O saldo disparou 25,7% em termos nominais e 20,3% em termos reais (descontada a inflação). O estoque total dos restos a pagar de 2020 somou 227,8 bilhões de reais.

    Os “restos a pagar” são uma conta que nasceram de uma prática comum no Brasil, mas altamente prejudicial à atividade econômica. O governo vai empurrando com a barriga contas de 10 mil reais, 100 mil reais, algumas maiores, de milhões de reais, como se a empresa pudesse esperar. Quando o calote transpõe de um ano para o outro, ele passa a integrar a conta dos restos a pagar. É o pesadelo de quem fornece para o governo, pois os prazos nos contratos não são respeitados. Em um ano de pandemia e grave crise econômica, isso pode significar o fim de uma companhia.

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