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Pezão afirma que pode não terminar mandato, dizem servidores

Em entrevista, presidente da Alerj chamou o governador de "incompetente" e defendeu o impeachment dele ou uma intervenção federal no estado

Por Da redação
22 jun 2017, 18h52 • Atualizado em 4 jun 2024, 20h48
  • O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), afirmou a representantes do Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais (Muspe), na tarde desta quinta-feira, que não sabe se vai conseguir terminar o seu mandato até o fim de 2018. De acordo com representantes do Muspe, a declaração foi feita durante uma reunião onde os servidores reivindicaram o pagamento de salários atrasados, progressão de carreira e convocação de concursos.

    “Nem eu sei se fico no cargo até 2018”, afirmou o governador, de acordo uma das lideranças do Muspe, Ramon Carrera.

    Mais cedo, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani (PMDB), defendeu, em entrevista à rádio CBN, que haja uma intervenção federal no Estado ou que seja votado o impeachment do governador, que é do seu partido e de quem era considerado aliado. “O crime de responsabilidade está agora textualizado em dois documentos”, disse ele. Segundo o parlamentar, os tais documentos são o parecer do Tribunal de Contas do Estado (TCE) que recomendou a rejeição das contas de 2016, e a resposta formal do governo a um ofício enviado pela Alerj, que comprovaria irregularidades nos repasses orçamentários aos poderes independentes, como Legislativo e Judiciário.

    “É uma incompetência total, é um governo muito despreparado, começa pelo governador e avança muito [para outros escalões] quando não tem comando”, declarou Picciani, na entrevista. 

    Na conversa com a comissão de funcionários, Pezão disse que as demandas dos servidores, que não recebem desde abril, só poderão ser atendidas caso haja a assinatura do Programa de Recuperação Fiscal, que ainda precisa ser aprovado pelo governo federal. Pezão teria afirmado que a assinatura pode sair até o dia 30 deste mês.

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    “A gente sai decepcionado. Não há um plano B caso esse pacto não seja assinado. Enquanto isso, o servidor paga a conta da crise. Esperávamos pelo menos um calendário de recebimento. Passou a hora de ele sair do governo”, disse Carrera. Os rendimentos de abril e maio e o 13º salário de 2016 estão pendentes, os planos de carreira estão congelados e os aprovados em concursos ainda não foram convocados. Pezão havia se encontrado pela última vez com os servidores em novembro de 2015.

    (Com Estadão Conteúdo) 

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