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Resoluções Ano Novo: VEJA por apenas 5,99

Carlesse (PHS) e Vicentinho (PR) disputarão segundo turno em TO

O estado votou neste domingo em eleição suplementar para eleger um governador de mandato-tampão

Por Da redação
3 jun 2018, 20h33 • Atualizado em 4 jun 2018, 21h38
  • O Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) afirmou que o segundo turno da eleição suplementar para governador do estado será disputado entre os candidatos Mauro Carlesse, do PHS, e Vicentinho Alves, do PR. Com 100% das urnas apuradas, Carlesse teve 30,31% dos votos e Vicentinho, 22,22%.

    O segundo turno está marcado para o dia 24 de junho, e o vencedor governará o Tocantins até 31 de dezembro e poderá tentar a reeleição em outubro. 

    Mauro Carlesse, que ocupa o cargo de governador interino, comemorou o resultado do primeiro turno pelo Twitter. “Queremos agradecer a cada um que depositou seu voto de confiança nesse projeto pela estabilidade do Tocantins”.

    A disputa do primeiro turno em Tocantins também teve os candidatos: Carlos Amastha (PSB), com 21,41%; Kátia Abreu (PDT), 15,66%; Marlón Reis (Rede Sustentabilidade), 9,91%; Marcos de Souza (PRTB), 0,49%; e Mario Lucio Avelar (PSOL), que não teve os votos registrados, porque sua candidatura estava pendente de análise do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).

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    As eleições deste domingo em Tocantins tiveram 711.194 votos totais, sendo que 574.680 foram votos válidos (80,80%), 121.854 foram nulos (17,13%) e 14.660 foram brancos (2,06%), de acordo com informações do TRE.

    Crime eleitoral

    A votação foi marcada pela prisão de sete pessoas, entre eles três vice-prefeitos e dois vereadores, por suspeita de crime eleitoral. Os suspeitos teriam transportado eleitores de forma irregular aos locais de votação, oferecido dinheiro em troca de votos e feito “boca de urna” – propaganda irregular no dia da votação.

    A eleição suplementar foi convocada após o ex-governador Marcelo Miranda (MDB) e ex-vice Cláudia Lelis (PV) serem cassados, em março deste ano, por irregularidades nas contas da campanha de 2014.

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    (Com Estadão Conteúdo)

     

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